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COVID-19: Orientações para Pessoas com DCNTs - Ministério da Saúde

Atualizado: Mai 12

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece que pessoas com condições crônicas pré-existentes, como diabetes e hipertensão, tiveram infecções mais graves pela COVID-19. No mesmo sentido, o Center for Disease Control and Prevention (CDC), órgão de vigilância do governo dos Estados Unidos, listou os grupos de maior risco e os cuidados a serem tomados no contexto da COVID-19. Em todos os casos, é essencial que as pessoas com condições crônicas tenham seu calendário vacinal atualizado, principalmente as vacinas Influenza e Pneumocócica 23 - valente (para idosos), dado o aumento do risco de infecção bacteriana secundária pela COVID-19.



Considerando o risco aumentado para esses grupos, é importante adotar medidas que reduzam a presença desnecessária desses usuários no serviço de saúde. Os atendimentos individuais devem ser programados conforme estratificação de risco e avaliação da condição clínica do paciente. Desse modo, deve-se evitar agendamento de retornos presenciais na unidade para pacientes que estão com condição crônica controlada, por exemplo, pessoas com diabetes mellitus ou hipertensão arterial dentro das metas terapêuticas e sem sintomas de síndrome gripal. Para isso, vale lembrar que a telemedicina foi aprovada para o período de emergência em saúde pública decorrente de COVID-19 pela Portaria nº 467, de 20 de março de 2020 e é um importante recurso para a manutenção da atenção a pessoas com condições crônicas.

É importante ressaltar a importância de intensificar os cuidados das pessoas com doenças crônicas com a finalidade de manter o manejo da condição, bem como intensificar medidas de manejo clínico da COVID-19, visto que até o momento não existe vacina contra o novo coronavírus. Acesse o guia completo de orientações aqui.


Saiba quais são as orientações referente à alimentação e atividade física aqui.

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